MUNDO EM COLAPSO

Ciência, Sociedade, Tecnologia e Entretenimento.

O POVO BRASILEIRO PRECISA ENTENDER QUE TUDO VAI MUDAR!

Você sabe disso, é capaz de sentir as mudanças no ar, não conseguiram te hipnotizar...

Há muitas verdades sendo omitidas pela mídia em geral...

Verdades das quais sua vida muitas vezes depende...

E outras que você não faz a mínima questão de saber.

Isso leva a se sentir como um peixe fora d'água ou coisa mais esquisita, não leva?

A boa notícia é que você não é uma pessoa louca, nem é a única a pensar assim...

A má notícia é que você é minoria e a maioria acha que o seu problema é loucura... se você não liga a mínima, o MUNDO EM COLAPSO também não... Sinta-se em casa!

Mostrando postagens com marcador áfrica. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador áfrica. Mostrar todas as postagens

terça-feira, agosto 21, 2012

A guerra fria e silenciosa dos Estados Unidos na África



A Administração Obama já não vê as grandes ameaças terroristas no Afeganistão e Paquistão. Em vez disso, os responsáveis norte-americanos de contraterrorismo estão cada vez mais concentrados numa vasta área do Norte de África, da Somália, passando pelo Chade, Níger, e Mali, até à Mauritânia e à Nigéria mais para sul. 

O secretário da Defesa, Leon Panetta, que este mês esteve na Tunísia, Egito, Jordânia e Israel, sublinhou a crescente ameaça do "terrorismo" fora do Oriente Médio. E a secretária de Estado, Hillary Clinton, tinha essa questão na agenda que levou para uma viagem de duas semanas a África, com paragens no Senegal, Sudão do Sul, Uganda, Quénia, Malawi e África do Sul. "Continuamos preocupados com a presença da Al-Qaeda em África", disse Panetta em Tunes. "Por essa razão aconselhamos fortemente países como a Tunísia a desenvolverem operações de contraterrorismo que possam produzir resultados."

A região inclui tanto zonas povoadas como territórios selvagens como o Norte do Mali, que foi comparado por um responsável da Administração Obama com o Afeganistão nos anos 90, antes do derrube dos talibã. As informações que chegam desta zona, recolhidas pelos serviços secretos franceses, bem como pela CIA e outras agências de espionagem, dão conta de uma crescente cooperação entre grupos islamistas radicais, da existência de importantes arsenais que foram saqueados da Líbia e do recrutamento de operacionais locais por grupos terroristas como a Al-Qaeda e o Boko Haram da Nigéria.


"Esta questão gerou um alto nível de preocupação", disse o congressista republicano Mike Rogers, que lidera o comitê de serviços secretos da Câmara dos Representantes, em Washington. "Vimos estes grupos a melhorarem a sua organização e capacidades e depois vimos como eles foram capazes de operacionalizar essas capacidades. Esta é uma nova tendência."

Reuniões recentes na Casa Branca sobre contraterrorismo foram dedicadas quase em exclusivo ao Norte de África, à proteção do petróleo na Nigéria e ao desenvolvimento de programas nos idiomas locais, com o Ibo nigeriano no topo da lista.

Os EUA fazem isso de maneira discreta, sem tiros, sem muito alarde para não causar uma impressão negativa, além de treinarem e subsidiarem os exércitos destes países para que os ditadores possam oprimir melhor o povo. A guerra secreta contra o terrorismo na verdade é a tentativa de limpar o terreno para os amigos, não permitindo nenhum regime, democrático ou ditatorial, que se imponha aos EUA na Africa, que é considerada o continente mais importante para o desenvolvimento econômico no século 21.

Eles também mantém bem escondido o seu conceito bem particular de grupo terrorista. As Forças Armadas Revolucionárias Colombianas - Exército Paramilitar são consideradas um movimento legítimo no Brasil e em outros vizinhos da Colômbia. No entanto, são consideradas um grupo terrorista pelos Estados Unidos. Isso explica-se: na Colômbia existe bastante petróleo entre outras riquezas naturais, e as FARC não iriam se alinhar. Os dois homens da foto abaixo também foram considerados terroristas pelos Estados Unidos.

segunda-feira, agosto 06, 2012

Estudo mostra que elefantes se comunicam através de infrassons complexos

Os elefantes não apenas ronronam como cantam em baixa frequência para se comunicar com amigos e inimigos quilômetros distantes. Muito baixos para os seres humanos para ouvirem, os componentes infrasônicos da comunicação dos elefantes até pouco tempo eram comparados ao ronronar dos gatos, apenas um espamo muscular usado para demonstrar satisfação.

Mas novas medições feitas por um sopro de ar através da laringe de um elefante-africano (Elephas maximus) de zoológico já falecido, sugerem que o mecanismo é realmente é mais complexo que isso, sendo comparável a um aparelho vocal humano, porém em baixas frequências inaudíveis para nós.

Os biólogos têm especulado que algum músculo semelhante ao que permite o ronronar dos gatos gere espasmos criando o pulsar infrasônico do elefante. O experimento mostra no entanto que os elefantes podem obter os seus infrasons apenas por exalar ar através de suas extensões vocais, diz Christian Herbst, da Universidade de Viena.

"Com a nova demonstração, fica provado que os infrasons de elefantes não são um mero espasmo muscular, podemos refutar esta hipótese" disse Herbst para a Science News.

As vocalizações dos elefantes audíveis para os seres humanos viajam apenas cerca de 800 metros através do ar, mas os tons infrasônicos pode atingir até 10 km em condições ideais. O ruído pode vibrar através da terra também, assim teoricamente, vai muito mais longe.

"Nós realmente não sabemos muito sobre as características específicas de produção de som de elefante, mas ao que tudo indica, é uma comunicação complexa", diz Peter Wrege do Laboratório Cornell de Ornitologia, que dirige um projeto de monitoramento de elefantes a distância através de infrasons.

quinta-feira, agosto 02, 2012

África: Agricultores já querem voltar a plantar Maconha em Moçambique

A população do distrito de Calombolombo na cidade de Manica no Moçambique, ameaça voltar a plantar maconha caso não haja o mesmo retorno de mercado para culturas alternativas. No ano de 2011, o governo atuou contra mais de 200 hectares de Soruma (Cannabis sativa) que eram plantados com fins comerciais pelos produtores locais. Ninguém foi preso pois toda a população do distrito estava envolvida.

"Constatamos que em Calombolombo já não há produção de soruma, mas há muito milho e hortícolas sem mercado. A população está a entrar em desespero e diz que se se a produção ficar parada voltam a cultivar soruma.", disse Agostinho Rotuto, procurador chefe provincial de Manica. O Uso recreativo da maconha é bastante difundido na África e Europa Mediterrânea, para onde escoava boa parte da produção de Calombolombo, vai ser difícil os agricultores de lá encontrarem uma alternativa tão rentável.

Moçambique, que é um dos países mais pobres do mundo, estaria sofrendo com a política internacional que atua reprimindo a produção de drogas recreativas? Será justo não oferecer meios de uma população sair do modelo de agricultura de substitência apenas apenas para agradar os governos dos países ricos compradores da mercadoria? Parece que não...



quarta-feira, agosto 01, 2012

Epidemia do vírus Ebola chega na capital de Uganda e faz o país inteiro parar


Em Uganda, uma epidemia de vírus do Ebola que iniciou-se alguns dias atrás já chegou à capital Kampala, onde há pelo menos um morto, ao todo no país já são 14 mortes confirmadas. O caso está tomando proporções trágicas, o presidente do país Yoweri Musseveni pediu em rede nacional que a população evite qualquer tipo de contato humano. Isto inclui apertos de mão, beijos, relações sexuais, etc.

O país deverá paralizar por alguns dias, até a situação ficar sob controle nada abre por lá. Como muitos sabem, o Ebola é um vírus que se espalha pelo ar e é altamente letal, seu ciclo é muito rápido, coisa de poucos dias ou horas desde a infecção até a morte do infectado, de modo que a paralização das atividades sociais é a única forma segura de controlar a epidemia. Caso o ciclo fosse um pouco mais demorado estariamos lidando com uma situação que ameaçaria toda a humanidade, visto que o Ebola não possui cura.

Pelo menos 20 pessoas estão de quarentena segundo dados do ministério da saúde de Uganda que informou estar seguindo o rastro de todas as pessoas que tiveram contato com as vítimas. Por exemplo, colocaram em quarentena os sete médicos que lidaram com um dos doentes que internou-se no Hospital de Mulago.

O vírus foi isolado pela primeira vez em 1976 e desde então alguns surtos foram identificados causando grande apreensão por parte de todos. Há pouco risco de uma epidemia mundial visto que o seu ciclo é rápido, o que dificulta que se espalhe pelo globo, porém, seus efeitos em uma grande cidade como a capital de um país podem ser regionalmente devastadores.

sexta-feira, maio 21, 2010

FAO diz que a segurança alimentar corre risco com as mudanças climáticas

Um documento da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO), revela que as alterações climáticas podem provocar o retrocesso da segurança alimentar na África.

De acordo com o documento "Climate Change Implications for Food Security and Natural Resources Management in Africa", elaborado pela FAO e apresentado na Conferência Regional para a África, em Luanda, as alterações climáticas podem provocar o retrocesso, de forma substancial, dos avanços obtidos na redução da pobreza e na segurança alimentar em África.

A FAO adiantou, com base no documento, que a principal consequência do aumento das temperaturas e de uma meteorologia mais imprevisível seria uma redução dos rendimentos dos cultivos, 6,9% no caso do milho, alimento básico de grande importância, o que causaria um maior risco de insegurança alimentar.

As alterações climáticas irão afetar os países africanos de forma proporcional ao seu nível de pobreza sendo que, os mais pobres serão os que mais sofrerão e, dentro destes, serão as populações mais desfavorecidas as mais vulneráveis.

A FAO recomenda que aos governos africanos tomem medidas para desenvolver a agricultura e a gestão sustentável dos recursos naturais, o que significa dar prioridade a práticas sustentáveis, incluindo a promoção e a proteção dos alimentos e dos conhecimentos agrícolas locais e tradicionais. São ainda sugeridas políticas de desenvolvimento que tenham como objetivo os grupos vulneráveis, por exemplo as mulheres.