MUNDO EM COLAPSO

Ciência, Sociedade, Tecnologia e Entretenimento.

O POVO BRASILEIRO PRECISA ENTENDER QUE TUDO VAI MUDAR!

Você sabe disso, é capaz de sentir as mudanças no ar, não conseguiram te hipnotizar...

Há muitas verdades sendo omitidas pela mídia em geral...

Verdades das quais sua vida muitas vezes depende...

E outras que você não faz a mínima questão de saber.

Isso leva a se sentir como um peixe fora d'água ou coisa mais esquisita, não leva?

A boa notícia é que você não é uma pessoa louca, nem é a única a pensar assim...

A má notícia é que você é minoria e a maioria acha que o seu problema é loucura... se você não liga a mínima, o MUNDO EM COLAPSO também não... Sinta-se em casa!

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sábado, julho 28, 2012

Doping Genético pode ser a grande novidade dos Jogos Olímpicos de Londres

Apesar de todo o treinamento, suor, dedicação e sacrifício para competir nos jogos Olímpicos, os atletas de elite também costumam ter uma vantagem que os amantes de esportes não possuem: Pré-disposição genética. Os genes podem facilitar a vida dos atletas nos quesitos velocidade, força e resistência. Com o advento da terapia genética aplicada ao esporte e não mais ao seu princípio original de curar doenças, os dias de "seleção natural" de super-atletas estão chegando ao fim?

Especialistas de genética e atletismo temem que a Olimpíada de 2012 pode ser a última sem "doping genético" ou a primeira a utilizar esta tecnologia. Modificando seu DNA para tornar-se maior, mais forte ou mais rápido o atleta estará fazendo algo parecido com o uso de substâncias ilíticas tradicionalmente utilizadas como meio de trapacear e obter melhores resultados.

"O doping genético tem sido uma possibilidade teórica há pelo menos duas ou três olimpíadas", disse o Dr. Ted Friedmann, presidente do painel de genética da Agência Mundial Anti-Doping . "Se você me perguntar quantos anos vai demorar pra alguém fazer isso bem feito, eu digo que demoram alguns longos anos, mas se me perguntar quanto tempo demora até algum atleta fazer algo estúpido que afete sua vida e não funcione, eu digo que pode ser amanhã nestes jogos olímpicos de 2012", acrescentou.
"A tecnologia é sujeita a abusos por pessoas mal treinadas", explicou Friedmann, também diretor do Centro de Genética Molecular da Universidade da Califórnia em San Diego. "A chance de eficácia se for feito pelos métodos atuais é quase nula, o que não descarta que alguém resolva fazer isso."
De acordo com um artigo publicado na revista Nature , mais de 200 genes têm sido associados com capacidade atlética. Quando a terapia genética injetar DNA estranho no músculo ou osso para mudar composição genética de uma pessoa, criando proteínas que infiltram os tecidos e sangue pode causar efeitos colaterais terríveis. Os casos já existentes de doping em que a proteína (em vez do gene que a codifica) é tomada para melhorar o desempenho já demonstraram tais consequências (acima).

Exemplos incluem a manipulação do gene EPO, que aumenta os níveis de hemoglobina, impulsionando o sangue a transportar mais oxigênio. O Finlandês Eero Mantyranta, vencedor de sete medalhas de esqui cross-country olímpico, carrega essa mutação naturalmente, elevando sua capacidade de transporte de oxigênio de 25 a 50%, de acordo com a Nature.

Estaremos presenciando atletas mutantes nestas olimpíadas de 2012? Gente burra o suficiente para servir de cobaia para o Doping Genético não deve ser difícil de encontrar, ainda mais que pesa o fato dos atletas viverem um clima extremamente competitivo e a ânsia por resultados pode servir de estímulo para que se sujeitem a isto. Vamos seguir acompanhando o assunto que ainda vai dar muito o que falar.

sexta-feira, abril 23, 2010

Truta transgênica é a nova criação da indústria biotecnológica

Cientistas da Universidade de Rhode Island, criaram uma truta mutante, o animal é capaz de produzir 15-20% mais massa muscular do que os peixes não-transgênicos. A nova Truta é o resultado de um experimento conduzido pela Universidade de Rhode Island há mais de dez anos. Os cientistas injetaram DNA de outras espécies nos ovos de 20.000 trutas arco-íris, arco-íris, a fim de suprimir da miostatina, uma proteína responsável pela limitação do crescimento do músculo.

A manipulação foi bem-sucedida em 300 dos peixes que nasceram como supertrutas. O peixe normalmente não têm muito pronunciamento dos músculos abdominais, mas a supertruta é diferente, abdomem e músculos das costas são extremamente desenvolvidos. Estes truta, quando forem comercializadas, tornarão a carne mais barata, mas felizmente a lei da maioria dos países não permite a sua venda devido a ser um organismo transgênico animal.

Ambientalistas estão preocupados com possíveis fugas da supertruta, se estes peixes transgênicos fugirem e se adaptarem a vida selvagem, podem se tornar uma ameaça para os ecossistemas, além de serem uma fonte de poluição genética para as truta naturais.

segunda-feira, abril 05, 2010

Eu tenho a receita pra acabar com a fome na Índia!

Devemos mesmo nos preocupar com a fome mundial? Bom, ninguém gosta de passar fome, pelo menos era o que eu pensava até começar a analisar alguns dados da FAO (Food and Agriculture Organization da ONU) sobre a Índia. Detentora do maior rebanho bovino do mundo, com cerca de 700 milhões de cabeças, esta superpopulosa nação nuclear asiática sofre com uma das maiores taxas de subnutrição do globo. O Problema é fácil de resolver, mas torna-se absurdamente complexo quando esbarra na maior das barreiras, a cultural.

Para os Indianos a vaca é um animal sagrado e sendo assim, não pode virar churrasco. Há muito tempo circula uma onda vegetariana aqui pelo ocidente, isso cria uma moda, e quem segue esta moda e não reflete suas ações, pode achar realmente lindo o fato dos indianos tratarem as vacas melhor do que tratam os seus idosos e crianças. Mas observe pelos gráficos da FAO, que a cultura é capaz de causar um dos males mais terríveis, a desnutrição.
(Densidade biogeográfica do gênero Bos)

Veja bem, não estou dizendo que os indianos são monstros, acho que este é só um exemplo do "Monstro Cultural" que o ser humano cria para a sua própria existência. Usei o exemplo indiano porque é algo muito distante da realidade brasileira e sendo assim, o leitor conseguirá entender o conceito. A violência no brasil é o mesmo caso, mas não um caso tão fácil de se entender por um brasileiro, que a enxerga de dentro.

A comida está lá, mas o indiano não quer comer, a solução para os nossos problemas está aqui, mas se algum indiano nos apontar a solução, provavelmente faremos com ele algo muito pior do que ele faria com algum brasileiro que o mandasse jantar o zebú da família.

As diferenças culturais não mostram diferença real entre os povos da espécie humana. Os "monstros culturais" estão por toda parte causando todos os problemas que existem na civilização, o que é uma notícia boa e ruim ao mesmo tempo.

Ela é boa porque prova que os problemas são causados por nós mesmos, então podemos resolve-los. Por outro lado ela é ruim, já que aquele que está mais próximo, e é quem pode resolver, não consegue enxergar, o monstro é muito grande e fica na frente.

Seríamos totalmente cegos se tivéssemos apenas uma cultura imperando no mundo todo, uma única língua para todos os povos nos tornaria mudos. A globalização da indústria e da comunicação não conseguirá acabar com a diversidade cultural humana, porém, irá espalhar todas as culturas dando liberdade aos indivíduos de escolherem o caminho tortuoso e insano que é enfrentar o monstro.

quarta-feira, março 17, 2010

Sapos mutantes unem ciência e arte numa só exposição.


Por anos, os sapos têm sido apontados como um bom exemplo do que pode acontecer a uma espécie caso seu ambiente esteja poluído. Sapos sem pernas, com pernas extras, rãs, pererecas, anuros em geral com toda sorte de deformidades foram arrancados de lagoas e empilhados em potes dos laboratórios do mundo todo.

Como pesquisador, Brandon Ballengee foi um dos cientistas que mais estudou os lagos e lagoas dos EUA, ao lado biólogo Stanley de Hartwick College, em Nova York. Com tantos sapos estranhos ele resolveu transformar tudo numa estranha obra de arte para que as pessoas "entendam porque é preciso limpar o ambiente".

Usando corantes diversos, Ballengee criou a série fotográfica "The Case of the Deviant Toad". Ele junta os sapos mortos, bombados com corantes e produtos conservantes aos relatórios que tratam das deformidades em surpreendentes fotografias do além-brejo. A mistura especial de arte e ciência chamou a atenção de cientistas e artistas, incluindo o grupo de ciência-arte "Art Catalyst", que patrocina a exposição no Instituto Real de Londres.

Muito embora o alarme seja grande, o próprio autor da obra explica que a maioria dos sapos deformados possui esse problema por fatores como o ataque de larvas de libélula e endoparasitas, mas é apenas a maioria.

fonte: Ron Hogan, Popfi, EUA.