MUNDO EM COLAPSO

Ciência, Sociedade, Tecnologia e Entretenimento.

O POVO BRASILEIRO PRECISA ENTENDER QUE TUDO VAI MUDAR!

Você sabe disso, é capaz de sentir as mudanças no ar, não conseguiram te hipnotizar...

Há muitas verdades sendo omitidas pela mídia em geral...

Verdades das quais sua vida muitas vezes depende...

E outras que você não faz a mínima questão de saber.

Isso leva a se sentir como um peixe fora d'água ou coisa mais esquisita, não leva?

A boa notícia é que você não é uma pessoa louca, nem é a única a pensar assim...

A má notícia é que você é minoria e a maioria acha que o seu problema é loucura... se você não liga a mínima, o MUNDO EM COLAPSO também não... Sinta-se em casa!

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terça-feira, fevereiro 19, 2013

A verdade sobre o FEMEN começa a aparecer


Elas lutam contra o sexismo e a discriminação social. Elas são as famosas ativistas do Femen, o movimento de origem ucraniana conhecido pela prática do “Topless de Protesto”.

Método questionável talvez, mas boas intenções, sem dúvida. Desde a criação do movimento em 2008 por Anne Hutsol muitos o consideraram apenas uma futilidade para promoção de algumas modelos, sempre foi raro ver mulheres pouco atraentes e rosto feio nos protestos do FEMEN.

Agora começam a chover denúncias e protestos de várias mulheres se queixam de serem rejeitadas pelo grupo. O motivo: não seriam bonitas e não serviriam para a mídia. Desto modo, o movimento acaba servindo para chamar a atenção para os corpos das modelos, ou seja, o sexismo, e ao rejeitar membros para os protestos também fazem discriminação social.

Irina Shevchenko, a líder do movimento, em face de acusações, quis especificar que não é verdade em tudo, ressaltou que dentro do movimento foram aceitas até mesmo as mulheres com mais de 120 quilos, apenas, não há maneira de fazê-las ir todas na vanguarda (seriam muito gordas e não caberiam nas fotos?).

Nas manifestações e contatos com a mídia, é melhor usar belas mulheres jovens de físico perfeito e cheias de sensualidade. A lógica do FEMEN para mim parace ser um sorvete na testa, além disso, peitinho não choca ninguém, um movimento que realmente chocaria seria o SEMEN, um monte de homens se masturbando em igrejas e eventos (que nojo).

terça-feira, agosto 28, 2012

Veja as fantásticas nuvens registradas no livro Weird Cloud Atlas

Foi lançado recentemente um Atlas das nuvens mais estranhas e espetaculares registradas nos céus do mundo todo. O Weird Cloud Atlas (ainda não traduzido) traz imagens fantásticas, além de explicações sobre a sistemática das nuvens. Mais do que um simples livro técnico sobre meteorologia ele nos mostra a diversidade de formas que as nuvens podem tomar.

Imagens simplesmente sensacionais, muitas delas tão extraordinárias que muitas pessoas confundem pensando tratar-se de fenômenos ufológicos e não meteorológicos. E não deixa de ser verdade, existem muitas formações não identificadas pela sua raridade e locais remotos de ocorrência. 

Selecionamos algumas imagens destas nuvens doidas, clique em alguma imagem ver todas em tamanho ampliado em uma apresentação de slides.









quarta-feira, agosto 15, 2012

Índios Norte-Americanos usavam parente da erva-mate para fins ritualísticos



Cerca de 1.000 anos atrás, os povos da antiga cidade Cahokia, localizada nas margens do que hoje é chamado o rio Mississippi nos EUA já bebiam ritualisticamente uma bebida preta, quente e com muita cafeína (muito mais do que o café de hoje em dia). 

A Bebida Preta é uma bebida associada aos índios nativos americanos que é consumida até hoje. Fabricada a partir do Yaupon (Ilex vomitoria), que é do mesmo gênero da Erva-Mate (Ilex paraguariensis). A bebida é feita de folhas primeiro desidratadas, e depois fervidas para extrair a cafeína. No entanto, como você deve ter percebido a partir de seu nome científico, a "erva-mate" americana possui uma reputação de provocar enjôos.

Em um artigo publicado esta semana na revista Proceedings of National Academy of Science, uma equipe de arqueólogos revelou que os primeiros usos conhecidos desta variante do chá-mate ocorreram muito mais cedo do que se imaginava. O grupo analisou copos de cerâmica encontrados em escavações de Cahokia, uma cidade pré-colombiana imensa que chegou a ter 50.000 habitantes no seu auge. Através da análise química dos resíduos nestes copos, eles encontraram uma mistura intrigante de teobromina, cafeína, e ursólico, que apontam para o Yaupon.

Estes copos de Cahokia são muito mais velhos do que todos os exemplos anteriores da bebida, e estão localizados muito longe do habitat natural da planta. Isso empurra o primeiro uso conhecido da bebida preta para pelo menos 500 anos antes de qualquer evidência anterior. Cahokia localiza-se centenas de quilômetros ao norte de onde a planta cresce naturalmente, indicando uma rede de comércio que a levou até lá.

Relatos históricos do material indicam que a bebida era consumida em grandes quantidades para induzir o vômito ritualístico e a limpeza. Não está claro se era este o uso em Cahokia, mas estes copos foram encontrados juntamente com artefatos relacionados a um culto da fertilidade, e por isso pensa-se que exista uma ligação.

Ao que se sabe, o nosso tradicional mate (ou chimarrão), bem como as suas variantes servidas geladas, tão difundidas no Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai, apesar das altas doses de cafeína já era usado como digestivo e diurético pelos índios Guaranis e Charruas, havendo pouca evidência do uso ritualístico na América do Sul.


quarta-feira, agosto 08, 2012

Krokodil: A droga zumbi russa que faz viciados apodrecerem vivos!


Parece um enredo de filme trash ou uma piada de internet. Uma droga barata e viciante de fácil obtenção que apodrece a carne deixando os ossos do usuário expostos ao mundo, um verdadeiro zumbi enquanto definha. No entanto, a droga russa conhecida como Krokodil é real e apavorante.

O que é Krokodil?

Krokodil é um substituto para uma droga cara, a heroína. O princípio ativo do Krokodil, é a "desomorphine" que é vendida em alguns países da Europa (especialmente a Suiça) como substituto da morfina e é conhecida pela farmacologia desde 1932. A desomorphine é de 8 a 10 vezes mais potente do que a morfina. Trata-se de um opiáceo sintético que possui estrutura quase idêntica à da heroína.

A Codeína, um narcótico disseminado pelo mundo inteiro e de fácil acesso pode ser transformado em desomorphine com algumas reações químicas relativamente baratas. Ela então é dissolvida e injetada pelo utilizador. Considerando que a heroína custa 150 dólares cada dose e o Krokodil pode ser obtido por menos de 10 dólares fica fácil entender a razão de sua existência.


Qual a razão do Krokodil apodrecer a carne de quem usa?

O problema não é necessariamente o vício na desomorphine, a substância em si não é tão nociva, tanto que é comercializada em alguns países. O fato é que a reação que transforma codeína em desomorphine pode ser feita numa cozinha, a maioria das apreensões da droga mostrou produtos com excesso de impurezas.

Aos fabricantes de Krokodil muitas vezes faltam materiais, e, portanto, usam gasolina como solvente, utilizam também fósforo vermelho, iodo, e ácido clorídrico como reagentes para sintetizar a desomorphine a partir de comprimidos de codeína. Não há um controle de qualidade e o produto sai diretamente do "fogão para a veia", causando estragos irreparáveis no corpo destes drogados idiotas.










sábado, julho 28, 2012

Doping Genético pode ser a grande novidade dos Jogos Olímpicos de Londres

Apesar de todo o treinamento, suor, dedicação e sacrifício para competir nos jogos Olímpicos, os atletas de elite também costumam ter uma vantagem que os amantes de esportes não possuem: Pré-disposição genética. Os genes podem facilitar a vida dos atletas nos quesitos velocidade, força e resistência. Com o advento da terapia genética aplicada ao esporte e não mais ao seu princípio original de curar doenças, os dias de "seleção natural" de super-atletas estão chegando ao fim?

Especialistas de genética e atletismo temem que a Olimpíada de 2012 pode ser a última sem "doping genético" ou a primeira a utilizar esta tecnologia. Modificando seu DNA para tornar-se maior, mais forte ou mais rápido o atleta estará fazendo algo parecido com o uso de substâncias ilíticas tradicionalmente utilizadas como meio de trapacear e obter melhores resultados.

"O doping genético tem sido uma possibilidade teórica há pelo menos duas ou três olimpíadas", disse o Dr. Ted Friedmann, presidente do painel de genética da Agência Mundial Anti-Doping . "Se você me perguntar quantos anos vai demorar pra alguém fazer isso bem feito, eu digo que demoram alguns longos anos, mas se me perguntar quanto tempo demora até algum atleta fazer algo estúpido que afete sua vida e não funcione, eu digo que pode ser amanhã nestes jogos olímpicos de 2012", acrescentou.
"A tecnologia é sujeita a abusos por pessoas mal treinadas", explicou Friedmann, também diretor do Centro de Genética Molecular da Universidade da Califórnia em San Diego. "A chance de eficácia se for feito pelos métodos atuais é quase nula, o que não descarta que alguém resolva fazer isso."
De acordo com um artigo publicado na revista Nature , mais de 200 genes têm sido associados com capacidade atlética. Quando a terapia genética injetar DNA estranho no músculo ou osso para mudar composição genética de uma pessoa, criando proteínas que infiltram os tecidos e sangue pode causar efeitos colaterais terríveis. Os casos já existentes de doping em que a proteína (em vez do gene que a codifica) é tomada para melhorar o desempenho já demonstraram tais consequências (acima).

Exemplos incluem a manipulação do gene EPO, que aumenta os níveis de hemoglobina, impulsionando o sangue a transportar mais oxigênio. O Finlandês Eero Mantyranta, vencedor de sete medalhas de esqui cross-country olímpico, carrega essa mutação naturalmente, elevando sua capacidade de transporte de oxigênio de 25 a 50%, de acordo com a Nature.

Estaremos presenciando atletas mutantes nestas olimpíadas de 2012? Gente burra o suficiente para servir de cobaia para o Doping Genético não deve ser difícil de encontrar, ainda mais que pesa o fato dos atletas viverem um clima extremamente competitivo e a ânsia por resultados pode servir de estímulo para que se sujeitem a isto. Vamos seguir acompanhando o assunto que ainda vai dar muito o que falar.

sexta-feira, setembro 03, 2010

Mais de 18 pessoas morrem na caça aos cogumelos na Itália

Pelo menos 18 pessoas morreram nas últimas duas semanas na Itália enquanto colhiam cogumelos nas florestas, segundo o jornal italiano La Repubblica.

O mês de agosto foi muito chuvoso e quente nas regiões montanhosas do norte da Itália, o que beneficiou a safra de cogumelos. Neste ano, centenas de "fungaioli" - como são conhecidas na Itália as pessoas que gostam de colher cogumelos - aventuraram-se nas florestas alpinas, em busca de variedades diferentes dos fungos.

No entanto, as equipes dos serviços de emergência na região alpina da Itália afirmam que muitos "fungaioli" ignoram os procedimentos corretos de buscar cogumelos nas florestas e acabam se acidentando.

"Há muita desatenção. Muitas pessoas não estão nem aí para as regras e infelizmente esse é o resultado", disse ao jornal italiano o chefe do serviço de resgate na região Valle di Fassa, Gino Comelli.

Ele diz que grande parte dos fungaioli sequer usa os sapatos corretos para andar na floresta. Um turista de Veneza ainda está desaparecido. A maior parte das 18 mortes foi provocada por pessoas que perderam o equilíbrio próximo a colinas e caíram.


As equipes de resgate reclamam também que muitas pessoas colhem cogumelos à noite, aumentando ainda mais o risco de acidentes. Colher cogumelos à noite é proibido pelas leis ambientais italianas. Em reportagem no domingo, o La Repubblica chamou a série de incidentes de "massacre dos caçadores de cogumelos".


http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/bbc/caca+a+cogumelos+mata+18+pessoas+na+italia/n1237764395784.html

domingo, agosto 01, 2010

A Maconha é a porta de saída para outras drogas?

por Marcos Rolim - marcos@rolim. com.br

A epidemia de crack é um dos fenômenos mais sérios na interface entre saúde pública e segurança. O que a faz particularmente grave é a reconhecida dificuldade de superar a dependência química. Pois bem, a Universidade Federal de São Paulo realizou pesquisa com 50 dependentes químicos de crack que foram submetidos a um tratamento experimental de redução de danos. Sob a coordenação do psiquiatra Dartiu Xavier, o grupo foi tratado com maconha. Daquele total, 68% trocou o crack pela maconha. Ao final de três anos, todos os que fizeram a troca não usavam mais qualquer droga (nem o crack, nem a maconha). Anotem aí: todos.

Imaginei que, com a divulgação destes resultados por Gilberto Dimenstein, na Folha de S. Paulo em 24 de maio, haveria grande interesse sobre o estudo. Nada. A resposta ao mais impressionante resultado de superação da dependência de crack no Brasil foi o silêncio. O uso medicinal da maconha tem sido admitido em dezenas de países, inclusive nos EUA. Por aqui, o tema segue interditado pela irracionalidade. É evidente que o consumo de maconha pode produzir efeitos danosos. Sabe-se que o abuso pode conduzir o usuário a problemas de concentração e memória e que em determinadas pessoas o uso está correlacionado à precipitação de surtos esquizofrênicos. Daí a criminalizar seu consumo e impedir experiências destinadas ao uso medicinal vai uma distância que tende a ser percorrida pela intolerância e pelo obscurantismo.

O psicofarmacologista Eduardo Carlini sustenta que o princípio ativo da maconha pode ser útil no combate à depressão e ao estresse. O mesmo tem sido dito por cientistas quanto ao tratamento do glaucoma, da rigidez muscular causado pela esclerose múltipla, ou como apoio aos pacientes com Aids, aos que sofrem do mal de Parkinson e aos que se submetem à quimioterapia em casos de câncer. Estudo da USP com pacientes que ingeriram cápsulas de canabidiol, um dos compostos encontrados na erva, demonstrou resultados positivos no tratamento da fobia social e na redução da ansiedade.

As oportunidades abertas por estudos do tipo, entretanto, assim como a necessária pesquisa, estão impugnadas no Brasil por um discurso preconceituoso e por uma legislação ineficiente e estúpida. Seguimos repetindo que a maconha é “a porta de entrada” para o consumo de drogas mais pesadas, o que pode traduzir tão-somente uma “falácia ecológica” (quando se deduz erroneamente a partir de características agregadas de um grupo), vez que o universo de consumidores de maconha é muitas vezes superior ao grupo dos dependentes de drogas pesadas que se iniciaram pela cannabis. Em outras palavras: é possível que a maconha seja mais amplamente uma opção alternativa às drogas pesadas e não uma droga de passagem. Independentemente disto, é possível que a maconha seja uma porta de saída para a dependência química por drogas pesadas. O que, se confirmado, será uma ótima notícia.

terça-feira, maio 25, 2010

Nem tudo que você enxerga é o que você deveria estar vendo

O saite Moillusions disponibiliza centenas de ilusões de óptica para você ficar olhando quando não há nada melhor para fazer, veja aqui algumas delas:



segunda-feira, maio 10, 2010

Cogumelos, Ecstasy e LSD são testados na psicoterapia

Nicky Edlich, de 67 anos, engoliu uma grande pílula branca e viu o mundo se transformar em um domo de jóias. O domo então se abriu, dando entrada a "esta luminescência incrível, que fez tudo ficar ainda mais bonito". Lágrimas escorreram por seu rosto enquanto ela via "como o mundo pode ser bonito". Esta foi sua primeira "viagem" psicodélica, que ela diz ter sido de grande ajuda no tratamento psicoterapêutico para a ansiedade causada pelo câncer de ovário em estágio avançado.

Para os cientistas envolvidos na pesquisa, foi mais um pequeno passo no caminho de mostrar que as drogas alucinógenas, famosas e condenadas nos anos 60, poderão um dia ajudar médicos a tratar condições como ansiedade e estresse pós-traumático.

O estudo da Universidade de Nova York do qual Nicky tomou parte é um dos poucos em andamento no mundo com drogas como LSD, MDMA (ecstasy) e psilocibina, o ingrediente ativo dos cogumelos alucinógenos. O trabalho segue em linhas de pesquisa sufocadas há anos pela guerra às drogas. A pesquisa ainda é preliminar, mas está acontecendo.

"Agora existem mais pesquisas psicodélicas em andamento no mundo do que em qualquer momento dos últimos 40 anos", disse Rick Doblin, diretor-executivo da Associação Multidisciplinar para Estudos Psicodélicos, que financia alguns dos trabalhos. "Estamos no fim do começo de um renascimento".

Ele disse que mais de 1.200 pessoas participaram de uma conferência na Califórnia sobre ciência psicodélica. Mas fazer a pesquisa não é fácil, disse ele, com o financiamento público escasso e as indústrias desinteressadas em substâncias que não podem ser patenteadas.

O estudo da Universidade de Nova York está testando se a droga pode ajudar nos nove meses de psicoterapia concedidos a cada paciente. A terapia busca ajudar os pacientes a desfrutar melhor do tempo de vida que lhes resta.

domingo, abril 25, 2010

Estudo diz que a maconha pode prevenir a osteoporose

Alguns investigadores que estudam os efeitos da maconha sobre os ossos verificaram que seu impacto varia drasticamente com a idade. O estudo constatou que, embora a droga possa reduzir a força dos ossos dos jovens, ela pode proteger contra a osteoporose, que é o enfraquecimento dos ossos, nos indivíduos mais velhos.

A pesquisa foi feita por uma equipe da Universidade de Edimburgo, que comparou os efeitos da droga em ratos. A osteoporose afeta cerca de 30% das mulheres e cerca de 12% dos homens em algum momento de suas vidas. O grupo descobriu que a maconha pode ativar uma molécula encontrada naturalmente no corpo que está relacionada a osteoporose. No entanto, até agora, não estava claro se a droga tinha um efeito positivo ou negativo.

Financiados pela Arthritis Research Campaign, eles fizeram a investigação usando camundongos que não tinham o receptor CB1 (a tal molécula). Sendo assim, utilizaram compostos semelhantes aos da cannabis, que ativaram receptores semelhantes ao CB1, nos ratos. Eles descobriram que o compostos aumentou a taxa de osteoporose nos ratos jovens, mas diminuiu nos ratos velhos impedindo o acúmulo de gordura nos ossos.

Stuart Ralston, Professor de Reumatologia da Universidade de Edimburgo, que conduziu o estudo, disse: "Este é um passo interessante, mas devemos reconhecer que estes são resultados preliminares e mais testes são necessários sobre os efeitos da cannabis em seres humanos para determinar como os efeitos diferem com a idade das pessoas.

"Pretendemos realizar mais testes em breve e esperamos que os resultados ajudem a fornecer novos tratamentos que irão ser de grande valor na luta contra a osteoporose." Os resultados estão publicados na "Cell Metabolism".

sexta-feira, abril 16, 2010

Tecnomaconha: a maconha "legalizada" feita em laboratório

Drogas que pretendem ter os mesmos efeitos da maconha, porém de fabricação sintética, são vendidas livremente pelo mundo. Os nomes são muitos, K2, Spice, JHW-018, são só alguns exemplos destes produtos que são comprados na internet e em lojas como alimento para bonsais ou incenso.

O efeito destas drogas, segundo dizem, seria mais potente que o das maconhas verdadeiras, mesmo as com alto teor de THC. O que torna esses sintéticos legais é o fato de neles não haver THC de verdade, e nem vestígios de Cannabis Sativa, aliás, não dá pra entender porque estão chamando de tecnomaconhas.

Tratam-se de misturam de ervas e produtos químicos que ligam-se aos receptores canabinóides provocando a depressão do SNC (Sistema Nervoso Central). É importante salientar que não se sabe quase nada sobre as tecnomaconhas, e que possivelmente elas causem mais danos à saúde do que a original que cresce de sementinha plantada.

O que está causando o consumo destas substâncias perigosas é o fato da venda não estar proibida ou regulamentada na maioria dos países, além disso, elas não são detectadas em testes de droga, mas o fato é que para manter as aparências o usuário pode acabar comprometendo ainda mais a sua saúde.

O K2 e o Spice são feitos de ervas e produtos químicos, enquanto o JWH-018 trata-se de um pó branco puramente químico. Desde fevereiro as autoridades sanitárias dos EUA e Canadá tem notado a grande proliferação do consumo destas drogas, pois são vendidas em lojas e pela internet anunciadas para outras finalidades.

Um relatório Americano disse que o K2 causa euforia, alteração na freqüência cardíaca, problemas respiratórios e ataques de pânico. Este incenso é fabricado na Ásia e é vendido em um pacote de três gramas por um preço mais baixo que o da maconha.

Alguns países da Europa e alguns estados americanos como o Kansas foram os primeiros a proibirem estas misturas, no Brasil aparentemente esta moda ainda não chegou. Mas se você é um desses que fuma maconha, é melhor ficar de olho, podem estar te vendendo gato por lebre.