MUNDO EM COLAPSO

Ciência, Sociedade, Tecnologia e Entretenimento.

O POVO BRASILEIRO PRECISA ENTENDER QUE TUDO VAI MUDAR!

Você sabe disso, é capaz de sentir as mudanças no ar, não conseguiram te hipnotizar...

Há muitas verdades sendo omitidas pela mídia em geral...

Verdades das quais sua vida muitas vezes depende...

E outras que você não faz a mínima questão de saber.

Isso leva a se sentir como um peixe fora d'água ou coisa mais esquisita, não leva?

A boa notícia é que você não é uma pessoa louca, nem é a única a pensar assim...

A má notícia é que você é minoria e a maioria acha que o seu problema é loucura... se você não liga a mínima, o MUNDO EM COLAPSO também não... Sinta-se em casa!

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domingo, maio 02, 2010

Crocodilo gigante já matou centenas no Burundi

O crocodilo Gustave aterroriza há 20 anos os habitantes de uma região do Burundi, pequeno país da África. Despistando caçadores e escapando da morte no lago Tanganica, o Monstro, que pesa uma tonelada e mede cerca de seis metros de comprimento, é conhecido na região onde conta-se que já devorou mais de 200 pessoas.

O animal, segundo eles, usa a cauda para golpear crianças que brincam à beira do lago e já foi filmado atacando um pescador. Segundo a lenda, certa feita ele comeu uma funcionária da embaixada russa que tomava banho pelada no lago.

Gustave foi batizado com este nome pelo francês Patrice Faye, que vive no Burundi há cerca de 20 anos e tenta capturá-lo há mais de 11 anos sem sucesso. Agora, o francês mudou de estratégia e já não o quer matar o réptil, mas colocar um localizador, para seguir os seus passos. “Vivemos numa era em que criaturas como essas são cada vez mais raras”, disse, justificando a mudança de tática. “É um animal pré-histórico, muito gordo, na água, parece um hipopótamo, ainda tem todos os dentes, o que sugere que tenha menos de 68 anos“, afirmou.

Faye disse que, quando acompanhou os movimentos do crocodilo, por um período de três meses, 17 pessoas foram devoradas por Gustave. “Calculei que matava pessoas há 20 anos e que, a esse ritmo, já tinha comido mais de 300”, afirmou o expert. O francês disse ainda que Gustave já passou períodos mais longos sem comer pessoa alguma. No ano passado, por exemplo, não foi registado nenhum ataque.

Para Faye, o enorme tamanho do animal faz com que uma dieta, à base de peixes do lago não seja suficiente para saciar a fome. Além disso, “por ser tão grande, é mais lento e, portanto, não tem outra opção a não ser caçar presas fáceis. Na água, não há presa mais fácil do que o ser humano. Não creio que seja uma questão de gosto”, concluiu.

A certa altura, Faye tentou capturar Gustave com uma armadilha usada no Zimbabwe, para caçar crocodilos gigantes, mas o animal não se deixou enganar. “Ele deve ter um instinto de sobrevivência muito forte, porque sobreviveu enquanto outros crocodilos foram massacrados”, disse.

Faye usa informantes locais: “No Burundi, há milhares de pessoas que vivem junto ao lago, especialmente pescadores, que passam a maior parte do tempo na água. Dei alguns celulares para que eles me liguem quando encontrarem algum crocodilo”. Vários pescadores da região afirmam que já atiraram no pobre bichinho porém o couro do animal parece ser a prova de balas.

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terça-feira, março 23, 2010

Parar de comer carne não reduz o aquecimento global e ainda atrapalha

Comer menos carne não vai reduzir o aquecimento global, e ainda vai desviar a sociedade de encontrar maneiras reais de atenuar as alterações climáticas, disse um especialista em qualidade do ar, nesta segunda-feira.

"Nós certamente podemos reduzir nossa produção de gases estufa, mas não por consumir menos carne e leite", Frank Mitloehner, um especialista em qualidade do ar na Universidade de Davis, na Califórnia. Ele acaba de divulgar um relatório sobre o consumo de carne e as alterações climáticas em uma conferência da American Chemical Society, na Califórnia.

Culpar vacas e porcos pelas mudanças climáticas é cientificamente impreciso, e perigoso. O relatório da ONU "Livestock's Long Shadow", acusa o gado de ser a maior causa do efeito-estufa antropogênico, mais do que todos os meios de transporte juntos. Isso apenas desvia a discussão das verdadeiras questões que estão envolvidas no tema das mudanças climáticas.
A noção de que comer menos carne vai ajudar a combater a mudança climática gerou campanhas para "segundas-feiras sem carne" e uma campanha européia, lançada no final do ano passado, chamada "Menos Carne, menos calor", onde até Paul McCartney (quem?) participou.
"McCartney e outros parecem ser bem-intencionados, mas não estão bem-educados sobre as relações complexas entre atividades humanas, digestão dos animais, produção de alimentos e a química da atmosfera. Produzir menos carne e leite só vai significar mais fome em países pobres" disse o Sr. Mitloehner. Ao invés de focar na produção e comer menos carne, o Sr. Mitloehner disse que os países devem centrar-se em reduzir o petróleo e o carvão utilizados pra produção de eletricidade e como combustível de veículos.

Nos Estados Unidos, o transporte é responsável por 26% de todas as emissões de gases-estufa, ao passo que a criação de gado e suínos, representa menos de 3%. O relatório da ONU, publicado em 2006, disse que a pecuária global foi responsável por 18% das emissões de gases estufa emitidos no mundo, o relatório não levou em conta a expansão industrial. Portanto, se você estava pensando em virar vegetariano só pra salvar o planeta, vá numa churrascaria.