MUNDO EM COLAPSO

Ciência, Sociedade, Tecnologia e Entretenimento.

O POVO BRASILEIRO PRECISA ENTENDER QUE TUDO VAI MUDAR!

Você sabe disso, é capaz de sentir as mudanças no ar, não conseguiram te hipnotizar...

Há muitas verdades sendo omitidas pela mídia em geral...

Verdades das quais sua vida muitas vezes depende...

E outras que você não faz a mínima questão de saber.

Isso leva a se sentir como um peixe fora d'água ou coisa mais esquisita, não leva?

A boa notícia é que você não é uma pessoa louca, nem é a única a pensar assim...

A má notícia é que você é minoria e a maioria acha que o seu problema é loucura... se você não liga a mínima, o MUNDO EM COLAPSO também não... Sinta-se em casa!

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quinta-feira, julho 05, 2012

Redes Sociais aumentam a Agressividade e o Poder Feminino

Menina acessando o Twitter (Foto: Reprodução)


Pesquisadores britânicos chegaram a uma polêmica conclusão sobre o Twitter e o Facebook: De acordo com o estudo, as garotas tendem a ser mais violentas e rudes por conta das redes sociais. Especialistas acreditam que a linguagem utilizada por elas na Internet confirma as mudanças na personalidade.

Segundo ela, a necessidade de dialogar mais rápido, às vezes, acaba criando sentimentos equivocados, que geram muitos problemas. “A linguagem dos jovens, em geral, está se tornando mais direta em comparação com seus pais e com a comunidade empresarial por causa dos canais de comunicação que eles estão familiarizados", observou.A assessora de imprensa da companhia Plain English (especializada em treinamento para organizações que buscam se comunicar com o público de uma maneira simples e clara), Marie Clair, acredita que as redes sociais estão criando uma nova forma de se expressar entre as adolescentes.

A professora de linguagem e comunicação da Universidade de Oxford, na Inglaterra, Deborah Cameron, acredita que as meninas estão mais agressivas tanto no modo de escrever como no de falar. No entanto, ela acredita que este tipo de comportamento já está se espalhando também entre pessoas do sexo oposto. "As garotas lideram porque acabam se comunicando mais, porém acredito que este comportamento está se espalhando por toda a comunidade”, avaliou.

http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2012/07/facebook-e-twitter-deixam-garotas-mais-violentas-e-rudes.html

quinta-feira, julho 22, 2010

Oakland, primeira cidade Estadosunidense a industrializar maconha

A cidade californiana de Oakland está na iminência de ser a primeira dos EUA a ir muito além de liberar a maconha – ela industrializará a droga. Um projeto nesse sentido foi aprovado pelos vereadores da cidade na última terça-feira, seguindo agora para nova votação, que deve confirmar a decisão.

A maconha é legal na Califórnia para uso medicinal, com receita médica – para aliviar dores, por exemplo. No entanto, um plebiscito em novembro pode liberar a droga para uso geral.

O projeto de transformar Oakland – cidade separada de San Francisco por uma ponte – na “capital da maconha” foi aprovado por cinco votos a favor, dois contra e uma abstenção. Foram ouvidos habitantes da cidade contrários e favoráveis ao projeto, todos se atendo a questões comerciais.

Muitos dos que se opuseram alegaram que os pequenos produtores, que cultivam a maconha para fins medicinais, perderiam espaço para grandes empresas dedicadas à comercialização em larga escala. Já os favoráveis disseram que a industrialização representa um aquecimento da economia, com a arrecadação de impostos e a geração de mais empregos. As fábricas pagarão alíquota de 8% sobre as vendas.

Enquanto lá a discussão é esta, no Brasil o pensamento Medieval ainda julga que a Maconha é nociva, que deve ser combatida, embora ninguém fale nada da cachaça e do cigarro, coisas que causam muito mais complicações aos usuários que um baseadinho.

Não estou dizendo que devemos baixar as calças pros Europeus e Americanos e liberar a Maconha. Estou dizendo que até quem fomenta a guerra contra o "narcotráfico" na América Latina é um país que produz e industrializa Cannabis Sativa.

Você pode dizer que lá eles são ricos e podem tratar os viciados, eu argumentaria que na Índia o povo é pobre e a Maconha é usada tradicionalmente há milênios. Prefiro falar dos jovens.

Os jovens que se iludem consumindo maconha e se tornam dependentes dela são os mesmos que se iludem com aparelhos celulares (que podem causar câncer), automóveis (40 mil mortes por ano no Brasil) e claro, bebem alcool até em festas de família (Cirrose, espancamentos de mulheres).

quinta-feira, junho 10, 2010

Satélite argentino-brasileiro auxiliará na exploração do Atlântico


A parceria do Brasil com a Argentina na área espacial foi ampliada, este mês, com o anúncio da retomada do projeto de desenvolvimento conjunto de um satélite pelos governos dos dois países. O Sabia-Mar, que na primeira versão, de 1996, estava projetado para obter informações sobre água, alimentos e ambiente, fará agora a observação global dos oceanos e de regiões costeiras, além de monitoramento do Atlântico nas proximidades do Brasil e da Argentina.


O projeto, estimado em US$ 200 milhões, tem prazo para desenvolvimento em seis anos. O valor será financiado em partes iguais pelos dois países. Só o lançamento do satélite custará US$ 50 milhões, sendo que o restante é destinado ao desenvolvimento, explica o coordenador de gestão tecnológica do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e responsável pelo satélite, Marco Antônio Chamon. Os recursos serão administrados pela Agência Espacial Brasileira e Comisión Nacional de Actividades Espaciales, da Argentina.


A missão Sabia começou em 1996 e foi revisada em 1998 com a inclusão da Espanha. Em 2000 foi suspensa com a saída da Espanha e a crise econômica na Argentina, sendo retomada em 2008.


"A ideia é que o satélite seja lançado por um foguete nacional, mas ainda não sabemos se será possível, pois o lançador brasileiro VLS tem capacidade para transportar 300 quilos, enquanto o Sabia-Mar está sendo projetado para 1,2 tonelada", disse Chamon. O Programa de Lançadores Cruzeiro do Sul, coordenado pelo Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial brasileiro, poderia ser uma alternativa ao Sabia-Mar, segundo o pesquisador, pois prevê uma família de foguetes para até 2 toneladas, mas ainda está em fase inicial de desenvolvimento.


Com o satélite binacional, Brasil e Argentina poderão fazer o monitoramento das regiões pesqueiras, ver o movimento de cardumes e as áreas mais propícias à pesca, além de apoiar atividades de exploração de petróleo, com informações meteorológicas e observar a cor do oceano para identificar as áreas sujeitas a vazamento de óleo no mar, explicou Chamon.


http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/brasil-e-argentina-terao-satelite-binacional/45418/

domingo, maio 16, 2010

Produção de energia é alternativa para o aproveitamento do plástico não-reciclável

Estudantes pesquisadores da Northeastern University criaram um aparelho para converter resíduos plásticos em energia limpa, sem liberar nada perigoso na natureza. Sob a liderança de Yiannis Levendis, professor de engenharia mecânica e industrial, a equipe de estudantes de graduação e pós-graduação da engenharia desenvolveu um incinerador de resíduos, que divide os plásticos não-biodegradáveis para criar uma fonte alternativa de combustível.

Seu protótipo foi apresentado na quinta conferência anual do MIT Energy em março passado. Auto-sustentabilidade é o objetivo do tanque duplo combustor. Resíduos plásticos são primeiro processados no tanque superior através da pirólise, que converte plástico sólido em gás. Em seguida, o gás flui para o tanque menor, onde é queimado com oxidantes para gerar calor e vapor. O calor sustenta o incinerador, enquanto o vapor pode ser usado para gerar energia elétrica.

"O protótipo pode ser escalado para dirigir uma grande usina, que poderá se conectar a um centro de reciclagem de plástico para um fluxo constante de combustível", disse David Laskowski, um estudante de graduação, que exerceu a investigação sobre o queima de plásticos e outros resíduos pós-consumo nos últimos 20 anos, ele está atualmente concentrando-se no conceito de vaporização dos resíduos plásticos na forma sólida, o que reduziria os níveis de emissões de poluentes durante o processo de combustão.

"A inspiração por trás de minha pesquisa é a busca para o desenvolvimento limpo, fontes de energia economicamente eficientes em face da diminuição das reservas de combustíveis fósseis", disse Levendis. "Também vai ajudar a se livrar dos resíduos de plástico não biodegradáveis, que não podem ser reciclados."

quinta-feira, maio 06, 2010

Centenas de milhões dos impostos para o programa nuclear brasileiro

O governo dará fôlego ao programa nuclear brasileiro com a construção de um novo reator a custo estimado de R$ 850 milhões. A primeira parcela do dinheiro sairá de um fundo vinculado ao Ministério de Ciência e Tecnologia, anunciou o ministro Sérgio Rezende. A decisão ocorre no momento em que o mundo discute a revisão do Tratado de Não Proliferação Nuclear (TNP), em Nova York, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva prepara visita ao Irã. Este é o desfecho de um lobby que durou meses.

O projeto do reator, antecipado pelo jornal O Estado de S. Paulo em novembro do ano passado, pretende tornar o País autossuficiente na produção de isótopos radioativos usados no diagnóstico e no tratamento de doenças como o câncer. O fornecimento por meio de importação chegou a ser interrompido no ano passado. É considerado inseguro e caro, segundo alegaram pesquisadores da área em carta a Lula.

Mas, como diz o nome do reator - multipropósito -, ele tem outros objetivos além daqueles ligados à medicina nuclear. A fabricação de combustível nuclear é um deles. O reator fortalece o projeto de produzir urânio enriquecido em escala industrial a partir de 2014. "O reator multipropósito tem um papel muito importante para o programa nuclear", destaca Rezende.

"Se formos depender dos países desenvolvidos, realmente nós não vamos conseguir ter um programa [nuclear] bem sucedido. É de todo interesse de muitos desses países que nós não sejamos independentes nessa área", disse o ministro, que acredita que o Brasil dominará o ciclo nuclear dentro de quatro a cinco anos.

Atualmente, o Brasil importa urânio enriquecido de outros países. O país tem grandes reservas do mineral, mas ainda precisa enviá-lo para o exterior para ser enriquecido, isto é, para ser capaz de funcionar como combustível dentro do reator nuclear. Uma fábrica de enriquecimento de urânio, com capacidade de transformar o produto em combustível nuclear, está sendo montada em Resende, no sul fluminense, e deve ficar pronta nos próximos anos.

O novo reator será construído em Iperó, a 130 quilômetros da capital paulista, na mesma área onde a Marinha desenvolve o projeto do submarino nuclear e fabrica ultracentrífugas destinadas ao enriqueci mento do urânio. Esse reator será bem mais potente do que os outros quatro de pesquisa existentes no País. O maior deles foi inaugurado ainda nos anos 50. O mais recente tem mais de 20 anos.

http://www.estadao.com.br/noticias/geral,brasil-tera-novo-reator-nuclear-com-custo-de-r-850-mi,547266,0.htm

http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&local=1&section=Geral&newsID=a2894240.xml