MUNDO EM COLAPSO

Ciência, Sociedade, Tecnologia e Entretenimento.

O POVO BRASILEIRO PRECISA ENTENDER QUE TUDO VAI MUDAR!

Você sabe disso, é capaz de sentir as mudanças no ar, não conseguiram te hipnotizar...

Há muitas verdades sendo omitidas pela mídia em geral...

Verdades das quais sua vida muitas vezes depende...

E outras que você não faz a mínima questão de saber.

Isso leva a se sentir como um peixe fora d'água ou coisa mais esquisita, não leva?

A boa notícia é que você não é uma pessoa louca, nem é a única a pensar assim...

A má notícia é que você é minoria e a maioria acha que o seu problema é loucura... se você não liga a mínima, o MUNDO EM COLAPSO também não... Sinta-se em casa!

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segunda-feira, maio 24, 2010

Depois do mal da Vaca Louca, agora é o mal do Veado Louco

Uma das doenças priônicas mais comuns é a encefalopatia espongiforme bovina, ou doença da vaca louca. Muito semelhante a ela é uma doença que foi identificada na natureza nos anos 90, no EUA, o "mal do veado louco", e é o que está preocupando a comunidade científica ambiental americana. Embora não haja evidência estatística de que os prions dos veados possam infectar os seres humanos, a doença nestes animais silvestres está se expandindo entre as populações de veados e já chegou até ao canadá.

Trata-se de uma encefalopatia espongiforme transmissível, que afeta animais de estimação e ungulados silvestres. Os "Deer prions" como costumam ser referidos, infectam diversas espécies de veados. Os primeiros sinais de diagnóstico remontam a 1967 e foram encontrados em um cervo "Odocoileus mula" mantido em cativeiro no Colorado (EUA).

Pesquisadores do Centro de Pesquisa Cooperativa em Biociências, Biogune CIC, em colaboração com a Universidade de Kentucky (E.U.A.), descobriram uma nova forma de controlar a estabilidade de determinados tipos de príons (os agentes patogênicos responsáveis por encefalopatias espongiformes transmissíveis ou EET) por meio de seleção de determinadas proteínas. Isso dá a oportunidade de controlar a epidemia priônica em cervos nos EUA e Canadá. A descoberta foi publicada em 13 de maio no "Prestigius scientific journal science".

Dados epidemiológicos sugerem que é uma doença auto-sustentável e parece que ela pode ser transmitida horizontalmente em populações cativas. Estudos recentes indicam que a transmissão de prions em populações selvagens pode ocorrer através da urina contaminada, fezes e saliva. Devido à importância da epidemia, a doença está sendo pesquisada no Laboratório de Prions da Unidade de Proteínas do Biogune CIC, que iniciou os seus trabalhos no início deste ano, em 2010, no Bizkaia Technology Park, sob a direção de Joaquín Castilla, um investigador contratado pela Agência IkerBasque, com o objetivo principal de promover o conhecimento das encefalopatias espongiformes transmissíveis (EET).

quinta-feira, abril 15, 2010

Água-viva imortal se espalha pelo mundo graças ao homem

Recentemente o mundo foi apresentado ao turritopsis nutricula, uma água-viva que é o primeiro animal imortal a ser descoberto. O animal na verdade alterna ciclos de medusa e pólipo podendo reverter seu estado e diminuir de tamanho, isso é possível graças a simplicidade de seus tecidos, que são de natureza muito mais simples que os de nós humanos.

Natural dos mares do Caribe, este pequeno Cnidário além de imortal já começou, segundo os pesquisadores marinhos, a se disseminar pelo mundo.


É claro que não se trata de uma ameaça direta para nós humanos, mas a competição que uma água-viva imortal pode travar contra as águas-vivas mortais do mundo todo é muito desparelha, certamente causará alterações ambientais nos oceanos que podem afetar o homem.

Estamos presenciando uma transformação na diversidade dos oceanos e o fato é que isto é culpa do Ser Humano, a água-viva imortal é só mais um caso. Navios de todos os tipos transportaram as águas do Caribe para outros mares em seus lastros e agora mais um acidente ecológico é verificado.

A navegação na verdade foi o meio preferido da maioria das espécies exóticas que foram viver em outro continente causando sérios estragos. Estas pobres criaturas sem sistema nervoso na realidade não tem culpa das besteiras que fazemos.

segunda-feira, abril 12, 2010

Tuberculose: genoma do Mycobacterium tuberculosis é mapeado pelo OSDD

Cientistas indianos mapearam pela primeira vez o genoma do Mycobacterium tuberculosis, o que dá a esperança de se descobrir uma droga eficaz para a doença que mata pelo menos 330.000 indianos anualmente. "Nossos cientistas, juntamente com mais de 100 estudantes de diversas universidades conseguiram realizar este feito em poucos meses. Esperamos que dentro de no máximo dois anos já sejamos capazes de começar os testes clínicos das moléculas potencialmente ativas," disse Samir Bramhachari, o chefe do Conselho de Pesquisa Científica e Industrial Indiano (CSIR).

"Estou muito animado. O que não haviamos conseguido foi alcançado graças ao esforço coletivo. Agradeço a todos os estudantes que têm ajudado a fazer com que a cura se torne uma realidade. Estamos fazendo isso através do Open Source Drug Discovery(OSDD) e qualquer pessoa no mundo é livre para participar ", complementou Bramhachari.

Os cientistas disseram que, apesar de 1,7 milhões de pessoas morrerem de tuberculose a cada ano no mundo, não houve qualquer descoberta de novos medicamentos nas últimas quatro a cinco décadas, tudo porque aparentemente a tuberculose não dá lucros. O OSDD é uma forma completamente nova de pesquisar, pois é aberta, qualquer um pode contribuir e utilizar os resultados para fabricação de novos medicamentos. O objetivo não é obter as patentes, e sim descobrir medicamentos para doenças negligenciadas.

Para conhecer melhor esta nobre iniciativa dos Indianos acesse: http://www.osdd.net/